
DICAS
CULTURAIS
(Por:
Clari)
MUSEUS DE CURITIBA
Exposições no Oscar Niemayer dentre elas, pinturas,
fotos, gravuras e desenhos...
Meninas aproveitem!
DE TERÇA A DOMINGO DAS 10 ÀS 18 HORAS
R: MARECHAL HERMES,999. CENTRO CÍVICO
TEL(041) 3350-4400
GRAVURAS NO MÍNINO – Denise Roman e
Maria Lucia de Julio
VISCERAS EM VICE-VERSA- Vilma Slomp
GRAVURAS NOS ANOS 80- HOMENAGEM A EMÍLIA ERICSHEN- Estela Sandrini
AMELY, UMA MULHER DE VERDADE- Pryscila Vieira
Cinco grande mulheres mostrando seus trabalhos artísticos desde gravuras
em metal, quadrinhos e fotos. Uma união deforça visual que mistura
experiências de seus cotidianos, sentimentos, alegrias e muito mais.
ONDE: CENTRO CULTURAL SOLAR DO BARÃO ( CARLOS CAVALCANTI, 533)
QUANDO: ATÉ 29/07
QUANTO: ENTRADA FRANCA
Theodoro
DE BONA (1904-1990).
Nascido em Morretes (PR) e falecido em Curitiba. Estudou com Alfredo Andersen
em Curitiba, entre 1922 e 1927, seguindo nesse último ano para a Itália
a fim de se aperfeiçoar. Foi aluno de Ettore Tito e Vincenzo di Stefani
na Real Academia de Belas Artes de Veneza, cidade na qual se radicou por dez
anos, participando durante esse longo período de várias mostras
importantes efetuadas em Florença, Roma e Veneza - inclusive da Biennale
de 1930-34. Integrou ainda o Grupo Cà Pesaro, composto por jovens artistas
de linguagem renovadora, entre os quais se achava o futuro grande pintor Santomaso.
Retornando ao Brasil em 1936, no ano seguinte expôs 120 telas em Curitiba
e São Paulo. De 1939 em diante expôs no Salão Nacional
de Belas Artes, sendo premiado em 1939 e 1959. Vivendo alguns anos no Rio
de Janeiro, interessou-se pelos tipos populares e pelas favelas, que retratou
em inúmeras obras. Em 1947, por encomenda do Governo Paranaense, pintou
dois painéis históricos, Instalação da Província
do Paraná (Palácio Iguaçu) e Fundação de
Curitiba (Colégio Estadual do Paraná). Em 1965 realizou individual
na Biblioteca Pública de Curitiba, e em 1970 assumiu a direção
da Escola de Belas Artes do Paraná, da qual foi professor catedrático
de Pintura de nu.
De Bona cultivou todos os gêneros, destacando-se porém como paisagista
e pintor de figuras. Um de seus maiores triunfos deu-se em 1934, ainda na
Itália, quando,
participando de concurso instituído pela Rainha no qual o assunto obrigatório
era um episódio da Guerra de 1914, foi um dos 48 finalistas, classificando-se
entre 898 pintores, tendo sido seu trabalho adquirido pelo Município
de Longaroni. Em outra ocasião, na XVII Bienal de Veneza, o próprio
Rei da Itália lhe adquiriu o óleo Paese sotto la neve.
