O ginecologista 22/01/2008 by Nina Lopes
Uma análise do auto-preconceito a partir da minha história pessoal.
Será,, alguma garota vai querer namorar comigo?
Você já fingiu um orgasmo?? Mulheres fazem isso com outras mulheres??
Você tem certeza que é lésbica???
Tipos de mães ......................................

O
ginecologista 22/01/2008 by Nina Lopes
http://blogdanina-mixbrasil.zip.net/
Dia desses fui ao ginecologista fazer a consulta de rotina (de seis em seis meses, rigorosamente. Depois do câncer de mama da minha mãe, todo cuidado é pouco) e fiquei "absurdada", como diria uma amiga, com o que ouvi.
- Você toma anticoncepcional?
- Não, sou lésbica e tenho relacionamento estável com mulheres.
(cara de espanto, disfarçada)
- Entendo que a maioria das lésbicas tem constragimento em assumir, mesmo que para o ginecologista, com medo de sofrerem preconceito.
- Eu não tenho preconceito, só não entendo isso.
(cara de espanto, minha, escancarada)
- Não entende o quê? Perguntei, já indignada.
- Na cama você é homem ou mulher?
(Quase caí da cadeira e me virei do avesso com aquela pergunta)
- Sou mulher, gosto de ser mulher. Você concorda que se eu quisesse ser homem, eu teria feito mastectomia ao invés de colocar silicone?
- Sim, mas uma mulher, quando coloca silicone, faz lipo, quer ficar bonita para atrair um homem.
- Sim, mas você concorda que eu gosto de mulher? Eu quero é atrair uma outra mulher!
- Mas isso não é natural, homem é que gosta de mulher.
- Mas muita mulher também gosta de mulher!
- Você não sente falta de penetração?
- Não.
- Você e sua companheira não usam um consolo, alguma coisa?
- Não sentimos a necessidade ainda, mas usaríamos se fosse o caso. Tem dedo, lingua, boca, a gente se vira bem.
- O bom mesmo é beijar na boca, né? (como se sexo entre lésbica fosse só beijo na boca)
-O bom mesmo é gozar, a menos que as mulheres hétero tenham um orgasmo diferente do meu, eu acho que não temos diferença em nada.
- Você gosta de sexo anal?
(Péeeeeeeee. O que esta pergunta tem a ver com todo o resto? Totalmente fora de contexto...)
- Não, não gosto.
- Bom, doutor, preciso de um exame de contagem de hormônio, o senhor pode fazer o pedido por favor?
- Sim, mas certamente seu testosterona vai dar alto, né? Você gosta de mulher...
(Péeeeeeeeee, com o perdão do meu francês, caralho, esse cara se formou ontem?)
- Acho que não tem nada a ver, né doutor? Se fosse assim, não teria lésbica com mioma.
Certamente não volto lá, nem para levar o resultado dos exames. Já está mais que na hora que profissionais da saúde sejam treinados para lidarem com a diversidade e respeitarem a orientação sexual das suas pacientes.
Ele disse, no começo da nossa conversa, que não era preconceituoso. Pode não ser, mas é machista, afinal, só acredita que pode haver sexo se há penetração, que toda mulher sente falta de penetração. Ah, faça-me o favor, penetração por penetração, pode ser até uma banana! Não preenche a cavidade do mesmo jeito?
Escrito por Nina Lopes
Você tem certeza que é lésbica???
Canso de ver meninas nas boates gls se esbaldando e beijando todas. Elas me
parecem tão assumidas e liberadas, fico orgulhosa do comportamento
destas novas meninas. O desprendimento com que elas adentram o mundo gay é
sem precedentes. Nós sabemos o quanto nos custou nos idos anos 80 poder
assumir a nossa homossexualidade. Antes acabávamos meio masculinas,
porque esse era o nosso cartão de visita senão, não nos
diferenciávamos das heteros. Hoje, felizmente, podemos assumir nossa
sexualidade e continuarmos sendo femininas. É isso o que vejo nessas
novas meninas, todas lindas e femininas.
Bom...o que eu quero dizer na realidade é que a moda de ser lésbica realmente existe e estou vendo um bando de garotas caindo nessa. Achei esse vídeo no Youtube e é exatamente o que tenho visto acontecer. Vou falar em bom tom: Beijar mulheres na boca é fácil, mas cair de cara numa buceta é que eu quero ver. Você se sentir atraída por uma mulher não é difícil pois a mídia sempre cultuou o corpo feminino para vender desde sabonete até cerveja. As mulheres são realmente sensuais, cheirosas, carinhosas, o seu beijo é macio, enfim, poderia ficar o dia todo aqui falando delas. Mas amar o sexo feminino na sua plenitude, fazer sexo integralmente, CAIR DE BOCA!!!...ahhhh aí sim você vai saber se você é lésbica mesmo ou não....vejam o vídeo!!!
Ahhh e também
para não assustarem as meninas novatas, indicamos o aparelhinho da
panasonic....curtam a dica!!
Uma análise do auto-preconceito a partir da minha história pessoal.
Existe um pré-conceito interessante quanto ao homossexualismo, que
é o de que a pessoa homo ou "se torna" homo, ou "é
homo porque não tinha jeito de ser outra coisa", a primeira expressão
sendo usada em relação a pessoas que não "levam
jeito", segundo a visão da população "normal"
hetero, a segunda em relação à queles(as) que, segundo
a mesma, fazem parte do estereótipo visual do gay ou da lésbica.Será
que é assim mesmo? Pessoalmente, eu acho que não. A maioria
das lésbicas que eu conheço já sabia que era lésbica
desde criancinha, e ficou no "armário" para não chocar
as pessoas, ou melhor, a família, mas eu também conheço
pessoas que colocaram o conceito de "armário" para dentro
de suas vidas de uma maneira que só algum acontecimento externo as
fez tomarem consciência de que viviam num, por assim dizer.Isso aconteceu
comigo, por exemplo.Na minha infância e adolescência, porque cresci
num ambiente onde, mais do que haver preconceito contra as lésbicas,
havia o pré-conceito de que uma mulher só alcançaria
o "status" de mulher completa, feminina, e adulta, se conseguisse
conquistar um homem, casa e ter filhos, e sendo eu uma criança, e depois,
adolescente, fora do padrão de beleza comum (ou assim eu me sentia;
é complicado isso), eu morria de medo de ser rotulada de "sapatão"
(era assim que chamavam popularmente antes, se bem que para algumas pessoas
essa palavra feia ainda continua), muito embora sentisse uma afinidade muito
maior com as meninas que com os meninos, em matéria de relacionamento;
isso fez com que eu colocasse uma idéia de mim mesma de que eu só
seria uma mulher adulta se eu um dia conquistasse um homem; sem isso eu seria,
como muita gente me via, uma "encalhada", rsrsr...eu não
era, mas se ficasse 1 ou 2 meses sem um “namoradinho”.....feio
isso né? (lembrando disso hoje, eu acho interessante que meninas de
15, 16 anos, e pessoas da família, me cobrassem esse tipo de coisa,
inclusive porque eu tinha uns 12, 13 anos na época, muito embora eu
fosse fisicamente desenvolvida como elas), uma menina abrutalhada, que nunca
seria capaz de se afirmar como mulher. Isso, e os problemas de convivência
que eu tinha com outras meninas (sempre fui impopular entre as garotas hetero,
por diferenças de gosto - menudos e afins nunca me atraíram
- ,e por serem invisíveis, para mim, por ingenuidade e desconhecimento,
as lésbicas que provavelmente frequentavam as escolas às quais
eu atendi - afinal, vinda de uma família hetero onde ninguém
se referia a lésbicas a não ser para dizer que eram "mulheres
macho" (afinal, a família do meu pai é nordestina e da
minha mãe é uma confusão só, cada um nasceu em
um lugar e todos machistas e, sem ter contato com nenhuma, não ia saber
quem era o que mesmo), fizeram com que eu repelisse qualquer sinal de desejo
que pudesse ter por outras mulheres, e as vezes tivesse um sentimento de inferioridade
muito grande por não conseguir me relacionar com homens ou ter um relacionamento
duradouro. Até aí, tudo bem, alguém pode dizer, "Tá
vendo, ela já era estereotipada desde criança, levava jeito,
só podia ter terminado como terminou, homem nenhum ia querer mesmo...",
só que a história não acaba aí. Depois de lidar
com todos os fantasmas que eu tinha dentro de mim, sair da adolescência
e me tornar uma mulher normal, como todas as outras (assim, me livrando do
meu maior medo, que era ser repelida como "diferente" pelo resto
da vida), e de descobrir que conquistar homens não era nenhum bicho
de sete cabeças como todo mundo dizia, bem... eu tinha um problema
muito grande nas mãos. Descobri que o meu problema com os homens não
era que eles não me quisessem, mas sim que eles não eram o que
eu queria e precisava, afetivamente falando.Sexualmente, não tinha
problemas com eles, mas não conseguia ver graça em relacionamentos
afetivos hetero. Ao mesmo tempo, de início eu ainda tinha um bloqueio
em relação às mulheres, e atribuía isso a "ser
hetero".Nozinho interessante que isso dá na cabeça, não?rsrsr...
Não era mais a "encalhada", a "abrutalhada", muito
pelo contrário, tinha os homens que eu quisesse, mas não conseguia
me envolver afetivamente com eles. Eu via a maneira pela qual as mulheres
conduziam os relacionamentos com homens, e não conseguia me sentir
à vontade seguindo os padrões de comportamento delas. Para mim
era, como ainda é, totalmente anti-natural o conceito de se policiar
o próprio comportamento por medo de perder a pessoa amada, e esse,
infelizmente, é o padrão de comportamento das mulheres hetero.
Intimamente, contra todas as regras do senso comum, eu sabia, que no dia em
que eu encontrasse a pessoa que me completaria, seria ela, ninguém
mais. E que essa completitude eu não encontraria com homem nenhum.
Enfim, aconteceu de aparecer a minha metade, a pessoa que me completa. E ela
é mulher. E tamanha foi a nossa completitude, que sobrepujou todos
os meus medos, todo o meu próprio preconceito sobre o amor entre duas
mulheres, e sobre a imagem que a sociedade teria sobre mim. Existe somente
um "tipo" de homossexual: aquele(a) que ama alguém do mesmo
gênero. Qualquer outra diferença é fruto, somente, das
pressões do meio, que fazem algumas flores se abrirem mais tarde do
que outras. http://jantar-velas-rosas.blogspot.com/
Maconha é uma droga Do blog http://briguet.tipos.com.br/arquivo/2006/11
Vamos combinar: maconha é
uma droga. Nunca fui do ramo; faz uns 10 anos que eu não fumo, e não
me arrependo. Outras drogas também são uma droga, só
que perigosas, trágicas. A maconha é uma farsa.
Tenho nojo daquela lambeção toda no preparo do negócio. Também não me agrada nenhum tipo de produto consumido coletivamente; o que me faz detestar maconha e chimarrão.
Ao contrário do Clinton, fumei e traguei. O resultado era que eu me transformava em verme. (Antecipo o comentário de meus detratores: Você se transformava no que já era.)
O principal efeito da maconha é reduzir 50 pontos de QI do usuário. Eu, portanto, ficava devendo.
Tempos de estudante, a coisa rolava. Turcão Baixaria apertava um logo de manhã. (Hoje ele é um pai de família, profissional respeitado; deve ter largado mão da coisa.) Nunca tive essa regularidade, mas estava sempre por perto, e o resultado é que algumas vezes saí de cueca na pracinha. Pronto, falei.
A única lembrança boa que eu tenho de maconha é, depois de uma vela, ficar escutando uma ária do Mozart no quintal da república, durante um churrasco. Só eu escutava a ária; usava um walkman (véio isso, né: walkman).
Um dia, tive um troço. Crise de pânico. Nóia, no linguajar dos maconheiros. Broxei vergonhosamente. A libido também é afetada
Aí parei. Também porque me incomodava a idéia de qu e o usuário financia o tráfico. E o tráfico é a pior das drogas. (Desculpe a platitude, mas é verdade.)
Não é à toa que o pessoal do reggae adora maconha. Quem gosta daquela droga de música só pode gostar daquela droga de droga. A linguagem maconhística também me incomoda bastante. Nunca vi expressão mais fascista do que “fazer a cabeça”.
As outras drogas, conforme eu já disse, são perigosas. Mas a cachaça também é, e é liberada. Por princípio, eu acho que o capiau com mais de 18 anos deve ser livre para usar o que bem entender. Mas uma coisa é princípio, outra coisa é a aplicação do princípio. Alguns economistas liberais (o grande Milton Friedman, entre eles) defendem a liberação total das drogas. Eu acho que agora não dá. Uma medida desse tipo teria que começar pelos Estados Unidos, que são os maiores consumidores e donos do maior aparato de repressão. Mas a turma de lá não deixa.
Agora, imagine maconha liberada aqui na Terra dos Papagaios. Quem iria vender a marofa? O SUS? Farmácias estatais? Estou até vendo os propinodutos resultantes... Acho que a liberação das drogas no Brasil seria o pesadelo da minha tia Mafalda: pipoqueiros botando bolinha no Guaraná das crianças, todo mundo na frente das escolas fumando cocaína e cheirando maconha... O caos, o caos.
Liberalismo é assim, meninos. Tem coisa que dá pra liberar, e coisa que não dá. O meu rabo, por exemplo, eu não libero, nem pra fio-terra. Até eu, véio Briguê, que defendo a privatização de tudo, sei que não dava para vender o sistema de saúde brasileiro assim, do dia para a noite. Pobre iria morrer na calçada, e isso não é bom. Dou outro exemplo. Em tese, sou abolicionista penal. Acho que, no futuro, a humanidade vai criar um jeito de acabar com as prisões. Mas não dá para aplicar essa tese agora. Vamos fazer o quê? Deixar o Fernandinho Beira-Mar solto? Tô fora.
Portanto, crianças, o veio Briguê recomenda: não ouçam Skank, não bebam Kaiser e não usem drogas. Pra resumir: não usem drogas. Façam uso de coisas mais proveitosas. E agora vou ouvir meu Mozart, que eu ganho mais.
Enfrentei até a igreja para
assumir a homossexualidade
Terminei um casamento de 17 anos com um homem e enfrentei até a igreja
para ficar com a Edileusa. Estamos juntas há 10 anos. A DONA
DA HISTÓRIA: Luzia Pereira Domiciano, 45 anos, arrumadeira, Diadema,
SP
Nunca senti atração por mulher até conhecer a Edileuza. Ela tinha 18 anos e eu, 33. Foi só entrar na casa dela com o pessoal da evangelização da igreja pra sentir algo diferente. Viramos amigas, não conseguíamos ficar sem nos ver. Dois meses depois, na rua, encostei-a num muro e a beijei. Ela disse que gostava de mim. Me senti amada pela primeira vez.
>> Diziam que aquilo era coisa do diabo
Eu estava casada há 16 anos com um homem que me batia e com quem tinha quatro filhos. Ele não sabia me tocar. Eu queria me separar, mas minha mãe ensinou que casamento era pra sempre. Além do que, pra onde eu iria?
Pra completar, o amor proibido pela Edileuza. Na igreja, à qual eu ia há 11 anos, diziam que homossexualismo era coisa do diabo.
Mas não deu pra segurar. Fizemos amor aos quatro meses de namoro. Morri de vergonha, ela também. Mas foi maravilhoso. Descobri que sexo podia ser bom.
Eu falava ao meu marido que ia pra vigília quando ia pro motel. Depois de um ano resolvi me assumir. Peguei meus quatro filhos sem avisar meu ex e me mudei para a casa que a Edileuza alugou.
>> Meus filhos voltaram para mim
Sentei com os meninos, que na época eram adolescentes, e abri o jogo. Eles não falaram nada, mas ficaram do meu lado até que uma semana depois meu ex me tirou todos eles. Inconformado, ele quis que eu voltasse, mas quem conhece a felicidade não larga!
Passei três anos longe dos meus filhos, mas depois eles voltaram pra mim, um por um. Eu, eles, a Edileuza e a filhinha dela formamos uma grande família. Naquela em que eu nasci a relação com a Edileuza foi um escândalo. Meus irmãos nem falam comigo. Só quando completei quatro anos com a Edileuza meus pais começaram a me visitar. Hoje eles me apóiam.
Com a família da Edileuza também foi difícil. O irmão queimou a cama dela e ela até perdeu o emprego na época em que ficamos juntas. A patroa não concordava que ela vivesse comigo. Hoje aquele irmão mora conosco e os parentes dela me adoram.
Ficar com a Edileuza não foi fácil, tive que enfrentar meus próprios preconceitos, os das nossas famílias e o medo de os meus filhos se virarem contra mim. Tive que rever a minha fé porque acreditava firmemente que meu amor era pecado. Ainda tem muita gente que acha, mas não me importo. Só nós sabemos o quanto somos abençoadas e agradecemos a Deus todo dia por isso.
Acho que todas temos um cuidado enorme com nosso centro de atenções, pelo nosso prazer e é claro pelo de nossa companheira. Sabemos que nossas relações por vezes tão carnais e passionais, nos põem a deixa-lá (vagina) em estado lamentável....Ahhh já aconteceu isso com vc hein....E daí como fazer com todo aquele fogo que nos consome..bom meninas vamos à umas dicas rápidas, mas não esqueçam: A ida constante ao ginecologista é o caminho mais curto. Numa próxima vamos falar do nosso relacionamento com esse ser maravilhoso, o nosso ginecologista.
Mas então vamos à dicas que nos socorrem...
A vagina saudável é o lugar mais limpo do corpo, muito mais
limpo do que a boca e infinitamente mais limpo do que o reto e o ânus,
ao contrário do que a tradição popular imagina sobre
o órgão, equivocadamente. É tão limpa e pura quanto
um copinho de iogurte. Tanto que seu odor típico, levemente adocicado,
lembra o cheiro de ácido láctico de que é feito esse
produto.
A redução do nível de lactobacilos na vagina é
a principal causa das irritações e infecções que,
vira e mexe, nos incomodam e nos obrigam a correr para o ginecologista. O
tratamento com antibióticos pode diminuir o nível essa flora
da mesma forma que mata bactérias. Situações de estresse
e de baixa da resistência do organismo, dependendo do impacto, causam
o mesmo efeito e podem produzir infecções.Se o resultado da
queda brusca no equilíbrio da flora microbiana é um PH vaginal
mais ácido, ficamos sujeitas ao ataque de fungos como a Cândida,
que provoca coceira intensa e o corrimento branco, com aparência de
coalhada, chamado de candidíase. Se o desequilíbrio torna o
PH mais alcalino, estamos expostas à ação da bactéria
tricomonas, que prolifera nesse meio. E também ficamos vulneráveis
à vaginose, outra infecção provocada pelo PH mais alcalino,
caracterizada por mau cheiro perceptível, principalmente após
a relação sexual.
Existem remédios caseiros capazes de corrigir o PH, especialmente quando
é pequena a variação de acidez. Eles podem aliviar uma
irritação corriqueira ou mesmo a coceria excessiva, e vale a
pena conversar com seu médico sobre eles. Para diminuir o grau de alcalinidade
da flora vaginal, que sujeita a região ao ataque da tricomoníase
ou à vaginose, um banho de assento com vinagre diluído em água
na proporção de meio copo de vinagre para um a dois litros de
água, por exemplo, pode ser a salvação momentânea.
Quando o PH aumenta de acidez, expondo o meio vaginal ao fungo da candidíase,
uma colher de sopa de bicarbonato dissolvido num copo de água pode
trazer alívio imediato. As soluções devem ser aplicadas
diretamente na vagina, com o auxílio de uma seringa (sem agulha).
Tais procedimentos devem estar de acordo com indicações de seu
médico ginecologista, naturalmente. A única intervenção
caseira que se pode utilizar sem a orientação médica
é o banho de assento com chá de camomila. A planta é
um anti-inflamatório natural muito bom, que alivia muitos os sintomas
de irritação.
O uso de iogurte e de produtos com lactobacilos é visto com ressalvas
pelos médicos. As duas substâncias podem equilibrar o PH, mas
nada comprova que realmente ajudem a repor o nível dos bacilos de Doderlein
e, portanto, recuperar a flora microbiana vaginal.
Nossa saúde é nosso bem mais valioso. Não deixe de se
cuidar e com isso, prejudicar um relacionamento sexual que poderia trazer
prazer sem riscos.
retirado do site http://www2.uol.com.br/assuntodemulher/esp_vag_02.htm
Você já fingiu um orgasmo?? Mulheres fazem isso com outras mulheres??
Então você lá no bem-bom...mas parece que não vai!! O que acontece? Às vezes por falta de empenho da companheira, por pura falta de experiência, ou você está com a cabeça em outro lugar, ou em outra pessoa ou ainda com a cachola cheia de álcool... acontece né. Daí chega uma hora que você fica de saco cheio. Ou do seu desempenho ou da sua companheira e não há esforço que a faça chegar lá.
Muito bem, o que você faz? Diz: "Olha não estou conseguindo!"...ahhh não acredito!! Vai entregar assim de bandeja sua ficha limpa? Quem garante que ela não vai fazer uma crise de ciúmes daquelas, achando que você está pensando em alguma "vagabunda"? ( bom se você tivessepensando em alguma mais gostosa do que ela, gozava rápido num é?) Mas o problema é que às vezes você tá pensando em alguém por quem você é mais apaixonada do que ela, daí não rola mesmo.
Bom voltando ao gol,e
daí que fazer??
1) Dá uma virada e cai de ativa. E ela que se vire com o gol agora.
(...ah vc é só passiva?....hummm vamos passar essa)
2) Inventa um compromisso inadiável que você esqueceu e só
lembrou agora. Corre, olhar no celular. (...ah você está sem
o celular?...hummm passa esta também)
3) Finge um orgasmo rapidinho termina tudo ótimo, ótimo e continua
com a ficha limpa. Tá, mas e se ela é esperta???
3.1 – Ela sabe que o batimento cardíaco muda.
3.2 - Se ela já conhece o seu sorriso depois.
3.3 – Você é daquelas previsíveis que depois faz
tudo igual sempre.
Ahhh...viu como é difícil??? Bom quem não fingiu um orgasmo levante a mão...e quem já não desconfiou que a namorada não chegou lá...na segunda fila. Então meninas nada de errado com isso, mas porrra não ponha a sua namorada na parede tentando tercerteza se foi real ou não. Lembre-se: O feitiço pode voltar-se contra a feiticeira.
Beijosss e seja feliz de qualquer forma...não tem nada que estrague o prazer de ter a mulher que você curte aos seus braços. Ahh tem muita partida de futebol que acaba no 0X0 !!!!
Quem já não curtiu sexo com o Halls preto? Uma transa com um Halls preto na boca já virou mania. Agora temos Cool Fresh que proporciona a mesma ardência e frescor, sem correr o risco de engasgar com a bala na hora H!! COOL Fresh são pedacinhos de folha de gelatina que derretem na boca. Ameiiii!!! Ardidinho, mas muito bom. Bom melhor comprar de caixa porque se a moda pega vai faltar...hehehe.
Cada uma
de nós já teve que enfrentar o eterno dilema entre contar ou
não para a sua mãe. Ou pior!! Quando ela mesma descobre e você
não sabe o que dizer. Para facilitar a sua vida, uma vez que estamos
no mês delas, aqui vão algumas dicas de como sua mãe pode
reagir. Identifique a sua e boa sorte!!
01-MÃE CEGA -Mãe totalmente por fora, desligada
e não nota nada nunca. A filha só usa camiseta regata, cabelo
quase raspado e coturno, vive agarrada no pescoço de uma mulher e a
mãe continua perguntando do Gustavinho. – Quando você vai
sair com ele minha filha...moço tão educado.
02- MÃE FACHADA- Aquela mãe que não quer ver. Para essa nunca conte porque ela não quer saber ou finge que não sabe. Pois ela que já pegou você na cama com a sua namorada e diz: sua amiga é muito bacana. A leva na porta da balada e acha as bibas uns meninos tão meigos. Fique na sua e não escancare nada!!
03- MÃE FURIOSA- Aquela que jamais vai aceitar uma filha gay. Prefere que você seja puta do que lésbica. Guarde distância por um tempo. Essas são difíceis mas não inflexíveis.
04- MÃE LIBERAL – Adora suas namoradas e dá o maior apoio.Vive contando pra todo mundo e acha isso o máximo. Mas tome cuidado com os micos.
05- MÃE LINHA-DURA- Esta quando descobre que você é, tira tudo de você (seu carro, sua mesada, a mensalidade da faculdade). Fica distante e a trata com frieza, acreditando que isso vai fazer você mudar. Você pode optar por arrumar um namorado fachada (aquele seu amigo gay que engana bem), pelo menos até terminar a faculdade.
06- MÃE ENDÓGENA - Mães são hétero, via de regra, mas tem algumas que têm o alvará para serem lésbicas e por algum motivo não foram. Estas são mais complexas porque abominam o mundo lésbico...tome cuidado!!
07- MÃE ORTODOXA – essa vai querer interná-la, exorcizá-la, levá-la a um psiquiatra e de alguma forma buscar uma cura...faça tudo o que ela mandar, demonstre que está feliz e curada, mas mantenha-se sã!!!...lembre-se que ela só quer seu bem. Um dia, quem sabe, ela caia na real, mas não alimente esperanças.
08- MÃE TERAPEUTA – aquela que oferece o colo sempre que você tem suas crises. Dá conselhos, mesmo não vivenciando o mundo gay, procurando sempre confortá-la.
09- MÃE DETETIVE OU HACKER – é uma fase da mãe ortodoxa ou furiosa. Ela pode fazer de tudo para investigar sua vida, seu quarto, sua bolsa, até seu e-mail...cuidado com suas senhas!!!
10- MÃE INCRÉDULA – nem lhe dá atenção pois tem certeza de que é uma fase da sua vida, uma moda que logo passa.
11- MÃE LÉSBICA - Esta aceita sua condição sem problemas, mas insiste em acompanhá-la em todos os lugares, dar conselhos sobre suas namoradas...enfim, mãe é mãe.
Todas as mães querem o melhor para suas filhas. Portanto, tenha paciência se ela ainda não a aceitou, porque cada uma tem um jeito diferente de lidar com isso. Através de relatos nota-se que a maioria baixa a guarda em dois meses, portanto, tenha paciência!!
Será,, alguma garota vai querer namorar comigo?
Ah
essa pergunta sempre bate muito forte junto com o momento em que nos descobrimos
gay, primeiro a explosão da vontade de se estar com uma garota, depois
os milhões de duvidas de como será o primeiro beijo, será
que elas vão gostar de mim e se ninguém em quiser, não
sei como agir na primeira vez....sexo como fazer...???
Bem, então vamos por partes ok.
Normalmente no começo nos apaixonamos demais,,,, de uma semana para
outra e muitas vezes perdidamente por algumas Ht que nem sabem que você
existe (ver matéria amor platônico na seção consultório),
mas é só ter paciência que a mulher dos seus sonhos aparecerá
e você com certeza cairá por ela daquele mesmo modo que sonhou...
Nem sempre é a primeira pessoa que você fica, pois isso pode
acontecer de ser só uma pegação na balada e depois você
nunca mais a ver, ou pode ser só uma pira com uma amiga, ma quando
for a mulher dos seus sonhos você saberá com certeza.
Muitas te farão sofrer, não te darão mínima, nem
por isso fique na defensiva.
Claro que as primeiras transas raramente são as melhores, muitas vezes
precisa-se de algum tempo para chegar às alturas.
Mas também
não se exponha demais.
Os relacionamentos gay são muitos passionais, portanto jogo de cintura
é tudo, mas não se torne a ovelhinha da relação.
Então relaxe e espere seu grande a amor logo acontecerá e será
explendido.
“Eu nunca me masturbava quando era mais jovem. Eu nem pensava nisso. Mais tarde, quando comecei a curtir sexo, eu nunca tinha certeza se eu realmente tinha orgasmos. Daí minha namorada me deu o meu primeiro vibrador…eu tive orgasmos fantásticos na primeira vez que eu o experimentei_definitivamente, aqueles eram orgasmos! Aprender a me masturbar me ensinou como amar o meu próprio corpo e como ter orgasmos mais intensos com minha parceira ou mesmo sozinha. Agora eu me masturbo freqüentemente e celebro a cada vez a minha própria revolução sexual.” _Thea
Esse é um depoimento de uma cliente da Toys in Babeland (uma das mais importantes sexshops para mulheres dos EUA. Depoimentos como esses são ouvidos às centenas por aí). Em uma conversa com amigas essa semana, falávamos justamente do tabu que ainda gira em torno da masturbação feminina, e que pouco mudou nas gerações mais novas. Diferente dos garotos, meninas se sentem envergonhadas em falar do assunto e raramente admitem que se masturbam. Mulheres mais velhas ainda vêem a masturbação como sinônimo de falta de sexo e se sentem muitas vezes culpadas em se masturbar quando estão em um relacionamento. Por outro lado…quando conversamos com pessoas que tem uma vida sexual bastante ativa, é extremamente comum descobrir que elas se masturbam com freqüência, e aí a gente percebe que uma coisa só alimenta a outra. E não é importante somente masturbar-se, mas também experimentar novas maneiras de se tocar, explorando assim novos caminhos para melhorar a sua vida sexual como um todo.
Conheça as principais dúvidas das meninas sobre masturbação http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u1774.shtml%3Cbr%3E%3C/a%3E
Vantagens da masturbação http://www.masturbacaofeminina.hpg.ig.com.br/motivos.html
Técnicas de masturbação http://www.guiasexual.com.br/artigos/masturbacaofeminina.htm
TEXTO DE www.uvanavulva.com.br
By Uvanavulva
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início desde milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. Matéria na integra no site